Comunicado do Organismo de Direcção Nacional - Suíça

pcp-logotipoNa sequência do evento “Diálogos do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas com a Comunidade Portuguesa da Suíça” que decorreu em três painéis diferentes no dia 15 em Renens, 16 Berna, 17 em Zurique, o Organismo de Direcção Nacional do Partido Comunista Português (PCP) na Suíça, julga ser seu dever repudiar o comportamento do Sr. Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas e sua comitiva, pela forma como coordenaram e moderaram estes eventos.

Foram em média quatro horas repartidas entre apresentações e discursos vangloriosos. Alternando-se o orador e recalcando discurso do antecessor, uma demonstração clara de estratégia em comprimir as vontades dos cidadãos que ali se deslocaram, e de usar recursos do estado para propaganda do governo. Às questões colocadas pela plateia foram dadas poucas respostas, e estas foram abordadas levianamente e sem concretização.

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Embaixador de Portugal em França recebeu delegação do PCP

20180225embaixador-portugal-franca-recebeu-delegacao-do-pcpUma delegação do Partido Comunista Português, constituída por Adrien Pontalier, José Roussado e Raul Lopes, membros do Organismo de Direção Nacional (ODN) do PCP em França, reuniu no passado dia 21 de Fevereiro com o Embaixador de Portugal, Jorge Torres Pereira, que recentemente assumiu funções na capital francesa.
A delegação comunista, começando por dar as boas vindas a Paris ao novo Embaixador, expressou-lhe também as suas preocupações face a algumas situações vividas no seio da Comunidade portuguesa que considera negativas, designadamente o significativo número de portugueses que vive em situação de pobreza (30% em 2016, segundo a Santa Casa da Misericórdia de Paris) e a questão dos chamados trabalhadores destacados – Portugal é, depois da Polónia, o segundo maior "fornecedor" de trabalhadores destacados em França, a maior parte dos quais na construção civil – , muitas vezes objecto de discriminação salarial e de desrespeito das leis laborais francesas, nomeadamente no que concerne ao horário de trabalho e ao período de descanso, ao pagamento de trabalho suplementar, à segurança e saúde no trabalho; precariamente instalados e com dificuldades de acesso à assistência médica e medicamentosa.

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